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PERFIL 30

 

  • Você conhece bem o perfil que escolheu?
  • Como sabe se é mesmo o melhor para você?
  • Vamos a algumas perguntas e respostas sobre ele:





Na história desse perfil, observamos uma média de 5 episódios de rentabilidade mensal negativa por ano. A maior perda já registrada em um mês foi de -8,3%, em março de 2020, na Pandemia do COVID-19.

Não exatamente. O Perfil 30 investe de 24% a 36% do seu patrimônio no chamado Segmento Composto. Dentro desse Segmento, temos as Classes de Ativo de Renda Variável Local, que segue o Ibovespa; Renda Variável Global, que segue o S&P 500 e a Renda Fixa Global que segue Barclays Global Aggregate. As Classes de Ativo globais possuem exposição cambial, o que aumenta a diversificação e melhora a relação risco-retorno do portfólio. O Segmento Composto inclui, necessariamente, as ações de empresas no Brasil e em investimentos no exterior (de renda fixa e renda variável). A RUMOS busca alocar, em média, 30% do patrimônio desse perfil no Segmento Composto. Daí o nome Perfil 30.

Cerca de 70% do patrimônio do Perfil 30, em média, é alocado no Segmento de Renda Fixa, que investe principalmente em uma carteira de títulos públicos federais, com vencimento em 5 anos ou mais, indexados à inflação (índice IMA-B 5+). Esses títulos, que são emitidos pelo Tesouro Nacional, pagam uma taxa de juros combinada no momento da compra (“pré-fixada”) até a data do vencimento, mais a variação da inflação medida pelo IPCA. Você encontra esses mesmos títulos disponíveis no site do Tesouro Direto, com o nome “Tesouro IPCA+ com juros semestrais”.

Os 30% restantes são alocados no Segmento Composto, atualmente com a seguinte distribuição média:

– 15% são investidos em um fundo de investimentos que replica a composição do Ibovespa, que é o principal indicador do desempenho das ações negociadas na B3 (antiga Bolsa de Valores de São Paulo – BOVESPA)

– 15% serão ativos de investimento no exterior com exposição cambial, sendo 7,5% Renda Variável Global e 7,5% Renda Fixa Global.

Sim, em média, na história desse Segmento, observamos 3 a 4 episódios de rentabilidade mensal negativa por ano. A maior perda já registrada nele em um mês foi de 6,3%, em setembro de 2014.

Não. A RUMOS pratica a chamada “gestão passiva” dos investimentos em ações: para a Renda Variável Local, procuramos replicar a composição de ações do Ibovespa, índice que reúne as empresas mais importantes do mercado de capitais brasileiro. Já na Renda Variável Global, buscamos replicar o S&P 500, com exposição cambial. Compramos as ações dessas empresas de forma consistente ao longo do tempo, à medida em que as contribuições dos participantes e das empresas patrocinadoras vão sendo recebidas, e vendemos quando temos que pagar benefícios aos participantes. Ocasionalmente, também efetuamos compras e vendas de ações para rebalancear a alocação do patrimônio do perfil, de forma a nos manter dentro dos limites estabelecidos no Política de Investimento Plano CD.

A literatura acadêmica e a observação do desempenho dos gestores indicam que a gestão passiva, como a adotada pela RUMOS, resulta numa expectativa de resultados melhores a longo prazo. A S&P Dow Jones, por exemplo, publica periodicamente o indicador SPIVA, que compara a rentabilidade dos fundos de investimentos em ações “ativos”, com os retornos de um índice de ações “passivo”. Consistentemente, a grande maioria dos gestores “ativos” obtém resultados inferiores ao índice.

O Perfil 30 oferece uma expectativa de rentabilidade a longo prazo maior que a dos Perfis Curto Prazo, 0 e 15, mas inferior à do Perfil 50.

A meta de rentabilidade do Segmento de Renda Fixa é igualar o desempenho do índice IMA-B 5+, que indica o retorno médio de uma carteira composta por títulos do tipo “Tesouro IPCA+ com juros semestrais” de vencimento superior a 5 anos. A meta de rentabilidade dos investimentos em Renda Variável Local é igualar o desempenho do Ibovespa. Para a Renda Variável Global, a meta de rentabilidade é o S&P500 e, para a Renda Fixa Global, a meta é o índice Barclays Global Aggregate + 2% a.a., ambos com exposição cambial. Os resultados do Perfil 30 são uma composição dos retornos desses investimentos.

Você pode comparar a rentabilidade histórica de todos os perfis, em vários períodos, clicando aqui.

Você deve escolher seu perfil de investimentos com base em três critérios: 1) sua tolerância pessoal a episódios de rentabilidade negativa (teste aqui); 2) o tempo que tem até precisar do dinheiro; e 3) o grau de risco do seu patrimônio como um todo.

Se você tem tolerado bem os episódios frequentes de perda mensal, pretende utilizar o dinheiro somente no longo prazo, não corre muitos riscos com o seu patrimônio fora da RUMOS e está satisfeito com a rentabilidade a longo prazo do Perfil 30 (ver aqui), considere permanecer nele. Se quer uma expectativa de retornos a longo prazo ainda melhores e acha que pode tolerar perdas temporárias maiores e mais frequentes, considere mudar para o Perfil 50.

Agora, se você tem menor tolerância a perdas mensais, pretende utilizar o dinheiro em pouco tempo ou já corre muito risco em seus investimentos fora da RUMOS, considere mudar para os Perfis 15, 0 ou Curto Prazo. Mas lembre-se: com isso, a expectativa de rentabilidade a longo prazo das suas aplicações na RUMOS será menor. Você pode compensar retornos menores com contribuições maiores e/ou por mais tempo, poupando mais e/ou adiando seus planos de aposentadoria, se possível.

Você pode aprender mais sobre os outros perfis aqui.

Recomendamos que você escolha seu perfil com base nos três critérios mencionados na resposta à pergunta 7 e mantenha-se firme na sua escolha até que um desses fatores mude significativamente.  A experiência nos mostra que os participantes que alternam seus perfis de investimentos com frequência geralmente obtêm retornos inferiores. Dois terços dos participantes RUMOS que mudaram de perfil três vezes em quatro eleições perderam dinheiro. Já a disciplina e constância nas contribuições, associada à tolerância ao sobe e desce da rentabilidade, costumam recompensar bem o investidor de longo prazo.

Lembre-se de que você só pode alterar o perfil de investimentos a cada seis meses e  de que a RUMOS pode levar até 60 dias para implementar a sua escolha, após o fim do período da eleição. Nesses períodos, os cenários econômico e político podem se alterar, frustrando quem se baseou neles para tomar uma decisão. Para quem quer especular com a conjuntura, há disponíveis no mercado financeiro alternativas de investimentos mais adequadas que os da RUMOS.

Para outras dúvidas, assista a live em nosso canal do Youtube