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PERFIL Curto Prazo

 

  • Você conhece bem o perfil que escolheu?
  • Como sabe se é mesmo o melhor para você?
  • Vamos a algumas perguntas e respostas sobre ele:





Raramente. Até hoje, não houve episódios de rentabilidade mensal negativa registrados nesse perfil.

O Perfil Curto Prazo investe principalmente na Classe Renda Fixa Soberana, ou seja, em uma carteira de títulos públicos federais de prazo de vencimento mais curto (máximo de 6 anos). Esses títulos, que são emitidos pelo Tesouro Nacional, pagam ao investidor a taxa de juros SELIC, definida periodicamente pelo Comitê de Política Monetária (COPOM) do Banco Central. A taxa SELIC pode variar significativamente no período entre a data da compra do título e o seu vencimento. No momento da compra, portanto, o investidor não sabe qual a taxa de juros que receberá até o vencimento (renda fixa “pós-fixada”). Você encontra esses mesmos títulos disponíveis no site do Tesouro Direto, com o nome “Tesouro SELIC”. Além disso, cerca de 8% do patrimônio do Perfil Curto Prazo é também investido em um fundo de investimentos no exterior através da alocação na Classe Renda Fixa Global com Hedge, que adquire títulos de renda fixa privados e governamentais fora do Brasil, porém possuem rentabilidade atrelada ao CDI. Assim, esse fundo conta com proteção cambial, ou seja, quando o dólar “cai”, ele não sofre perdas (mas também não ganha quando o dólar “sobe”).

O Perfil Curto Prazo oferece uma expectativa de rentabilidade a longo prazo significativamente menor que a esperada dos demais perfis. A meta de rentabilidade do Perfil Curto Prazo é igualar o desempenho do CDI, que indica a taxa média dos juros cobrados pelos bancos nos empréstimos que fazem entre si, com um dia de prazo. Você pode comparar a rentabilidade histórica de todos os perfis, em vários períodos, clicando aqui.

Você deve escolher seu perfil de investimentos com base em três critérios: 1) sua tolerância pessoal a episódios de rentabilidade negativa (teste aqui); 2) o tempo que tem até precisar do dinheiro; e 3) o grau de risco do seu patrimônio como um todo.

Se você tem pouca tolerância a perdas mensais, pretende utilizar o dinheiro em pouco tempo ou já corre muito risco em seus investimentos fora da RUMOS, considere se manter no Perfil Curto Prazo. Mas lembre-se: com isso, a expectativa de rentabilidade a longo prazo das suas aplicações na RUMOS será menor. Você pode compensar retornos menores com contribuições maiores e/ou por mais tempo, poupando mais e/ou adiando seus planos de aposentadoria, se possível.

Agora, se você tolera bem episódios frequentes de perda mensal, pretende utilizar o dinheiro somente no longo prazo, não corre muitos riscos com o seu patrimônio fora da RUMOS e está insatisfeito com a rentabilidade a longo prazo do Perfil Curto Prazo (ver aqui), considere mudar para os Perfis 0, 15, 30 ou 50. Você pode aprender mais sobre os outros perfis aqui.

Recomendamos que você escolha seu perfil com base nos três critérios mencionados na resposta à pergunta 4 e mantenha-se firme na sua escolha até que um desses fatores mude significativamente.  A experiência nos mostra que os participantes que alternam seus perfis de investimentos com frequência geralmente obtêm retornos inferiores. Dois terços dos participantes RUMOS que mudaram de perfil três vezes em quatro eleições perderam dinheiro. Já a disciplina e constância nas contribuições, associada à tolerância ao sobe e desce da rentabilidade, costumam recompensar bem o investidor de longo prazo.

Lembre-se de que você só pode alterar o perfil de investimentos a cada seis meses e também de que a RUMOS pode levar até 60 dias para implementar a sua escolha, após o fim do período da eleição. Nesses períodos, os cenários econômico e político podem se alterar, frustrando quem se baseou neles para tomar uma decisão. Para quem quer especular com a conjuntura, há disponíveis no mercado financeiro alternativas de investimentos mais adequadas que os da RUMOS.

Para outras dúvidas, assista a live em nosso canal do Youtube