Como planejar seus gastos? - RUMOS

Você sabe para onde vai seu salário no final do mês? Se a resposta for não, se prepare para uma grata surpresa: você tem mais dinheiro do que pensa. E a gente te mostra o porquê.

Pessoas que têm um bom relacionamento com as suas ¬finanças geralmente são mais saudáveis, pois passam por menos situações de preocupação, se tornando mais produtivas e de bem com a vida. Afinal, a relação dinheiro e stress é real. Quem nunca passou uma noite sem dormir, pois não sabia como pagar aquela fatura do cartão de crédito? Para não passar por situações como esta, é importante desenvolver bons hábitos em relação ao dinheiro, pois a maioria dos problemas que se dizem financeiros, na verdade, são comportamentais, de valores pessoais, ou ainda distorções lógicas e cognitivas. Quer ver só? Analise se seu “problema financeiro” seria resolvido apenas com dinheiro, ou se, mesmo que resolvido, voltaria a aparecer pouco tempo depois!

É aí que entra um bom planejamento financeiro, que exige um pouco e disciplina e consistência. Pode parecer trabalhoso e chato, mas, sem dúvida, fará uma grande diferença, e logo será parte da sua rotina diária!

Planejamento

Se você ainda não iniciou seu planejamento financeiro, a hora é agora. É importante definir muito bem seus objetivos, e lembre-se: nunca é cedo ou tarde demais. Primeiro, entenda seu comportamento financeiro, ou seja, de que maneira você lida com o seu dinheiro. Você costuma assumir uma postura de poupador ou de devedor? Esta é a questão-chave e a que determinará o sucesso, ou não, do seu planejamento financeiro.

Com esta consciência, você pode começar a definir um roteiro para alcançar seus objetivos. O primeiro passo é muito importante: comece estabelecendo objetivos dentro da sua realidade, porque diminui o risco de o seu plano se tornar muito difícil de ser alcançado e você pode acabar desistindo. Separamos três passos para um bom planejamento: (arte baseada na cartilha, colocar lado a lado).

Priorize: Defina o que é importante. Considere seu momento de vida e seus valores, assim fica mais fácil saber onde cortar custos.

Escolha: Reconheça as limitações dos seus recursos.

Discipline: Seja determinado com a organização das suas contas. Cumpra seu planejamento financeiro sem desviar da sua rota.

Depois de avaliar as suas reais possibilidades e os objetivos estipulados, você deve fazer um plano abrangente e completo que te permita atingir a condição financeira desejada (e viável). E ele deve incluir tudo o que você deseja para sua vida em longo prazo, como conquistar a casa própria, fazer aquela viagem dos sonhos, dar uma boa educação para os seus filhos, trocar de carro, ter um seguro-saúde e um plano de aposentadoria.

Seu plano também deve ser coordenado, o que significa manter o equilíbrio entre as necessidades e prioridades de curto, médio e longo prazo. Além disso, à medida que nossa vida se desenvolve, nossa rota deve ser ajustada, moldando-se às novas circunstâncias. Se já conquistamos a casa própria, podemos dedicar mais recursos para a aposentadoria ou para uma viagem, por exemplo. O planejamento deve ser flexível para se adequar às necessidades que mudam ao longo da sua vida.

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