Juros em baixa: como conseguir uma boa aposentadoria?

A escolha da melhor opção de investimento tem relação direta com o cenário econômico. Surgem dúvidas, especialmente para quem está investindo para garantir recursos para a aposentadoria. No momento atual, a pergunta mais comum é: como agir em um cenário de juros em queda?

Se você é participante de um dos planos da RUMOS, saiba que as empresas patrocinadoras já fizeram a sua parte: uma reformulação em que passaram a oferecer até 150% de contrapartida sobre as contribuições dos funcionários, sem diferenciação por nível salarial.

A RUMOS também já reagiu à queda dos juros: sofisticou a gestão dos investimentos, com a criação de mais um perfil, contratação de consultorias especializadas, e, em breve, irá diversificá-los ainda mais, com aplicações no exterior. E você, participante? O que pode fazer?

Os participantes em fase de acumulação de recursos têm três “alavancas”, ou variáveis, sob seu controle para reagir à redução das taxas de juros, que podem ser combinadas:

A RUMOS oferece cinco perfis de investimentos, com graus crescentes para alocação em aplicações de maior risco (ações, por exemplo) e, portanto, de expectativa de rentabilidade também crescente.

O Perfil 30, por exemplo, que tem 30% do seu patrimônio investido em alternativas mais arriscadas, tem uma expectativa de rentabilidade, no longo prazo, maior que a do Perfil 0, que aplica 100% do patrimônio só em papéis mais seguros. Você pode, então, no próximo período de escolha, planejado para novembro de 2020, optar por um perfil mais arriscado, em busca de uma expectativa de retorno maior.

Não custa ressaltar: o que se tem é uma EXPECTATIVA de maior rentabilidade. Não há garantias. Há riscos. Você pode testar o seu grau de tolerância a esses riscos e determinar o seu perfil de investidor em Teste seu Perfil

 

Adiar a aposentadoria

Esta é, sem dúvida, a maneira mais poderosa de se conseguir uma boa aposentadoria. A cada ano a mais trabalhado você contribui e ganha rendimentos adicionais, além de adiar o uso dos recursos que acumulou. Quem se aposenta aos 60 anos de idade, por exemplo, seguramente consegue acumular muito mais reservas que quem pára de trabalhar aos 55 anos, e essas reservas maiores terão que durar por menos tempo, permitindo que se tenha uma aposentadoria mensal de maior valor. E quem se aposenta aos 65 anos, acumula ainda mais, e pode dividir a reserva acumulada maior por um período ainda menor, tendo um valor de aposentadoria mensal bem mais confortável.

Lembre-se: a idade de aposentadoria poderá não estar sob o seu controle. Você pode ser forçado a parar por algum infortúnio. Então, não dá para contar só com essa alternativa.

 

Contribuir mais

A maneira mais segura de aumentar as suas chances de ter uma aposentadoria tranquila é passar a contribuir mais para o seu plano de previdência. As empresas oferecem contrapartidas de até 150%, se você optar por fazer contribuições sobre o seu 13º salário, PPR e prêmio de incentivo de vendas, por exemplo. Você também pode aumentar o seu percentual de contribuição normal sobre o salário para até 12% e aproveitar a dedução correspondente do imposto de renda.

FIQUE ATENTO: tanto as contribuições opcionais sobre 13º, PPR e incentivo de vendas quanto o aumento do percentual da contribuição normal estarão disponíveis para escolha em novembro de 2020. A qualquer momento, no entanto, a RUMOS abre a possibilidade de contribuições esporádicas, de livre valor. Qualquer dúvida, é só entrar em contato conosco.

Alexandre Carvalho, Diretor Superintendente da RUMOS, conclui com uma recomendação para os participantes. “A melhor opção é combinar o uso dessas três alavancas. Ou seja, contribua mais para o plano, considere escolher um perfil com um risco um pouco maior, coerente com o seu perfil de investidor e, se possível, adie a sua aposentadoria”, enfatiza Alexandre.

 

Planos de Aposentadoria: passaporte para o futuro

Estamos vivendo na era da longevidade, ou seja, viveremos ativamente por mais tempo e teremos que trabalhar mais para garantir que nossa aposentadoria seja confortável. Se você não se programou, a pergunta é: há um plano B?

Independente do caminho que você escolher para o seu futuro, contar com um plano de previdência complementar pode ser o seu ponto de partida.

Ele funciona como uma “poupança” que você forma durante a carreira profissional para complementar o benefício da aposentadoria do INSS em relação ao seu salário na ativa. Ele varia de acordo com a sua necessidade e disponibilidade financeira para que possa desfrutar de uma aposentadoria mais segura e tranquila.

Fique ligado!

Mas, a aposentadoria não deve se limitar a isso! Sempre pense no todo, pois aspectos como o emocional, o social e a saúde também merecem muita atenção.

É preciso pensar nas mudanças que isso trará para sua vida, em como isso poderá influenciar a relação com a família e amigos, como não cair no sedentarismo e continuar com saúde para aproveitar o máximo esse momento.

 

 

Previdência aberta e fechada: saiba as diferenças

Você já decidiu que irá investir no seu futuro. Mas, você sabe quais tipos de previdência complementar existem? Resumindo, são dois: a Previdência Aberta (ou “Fundos Abertos”) e Previdência Fechada (ou “Fundos Fechados”).

Os Fundos Abertos são oferecidos por bancos e seguradoras e qualquer um pode aderir. Existe o PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) e o VGBL (Vida Gerador de Benefícios Livres). Neles, você realiza depósitos periódicos para receber uma renda na aposentadoria, mas há algumas diferenças:

PGBL: Você pode deduzir até 12% da sua renda tributável no ano, na declaração completa de ajuste anual do imposto de renda. A tributação será realizada de acordo com a opção do investidor pela forma regressiva ou progressiva do imposto de renda e aplicada sobre o valor do resgate ou do benefício pago.

VGBL: Não é possível deduzir as contribuições na declaração de ajuste anual do imposto de renda. A tributação será realizada de acordo com a opção do investidor pela forma regressiva ou progressiva do imposto de renda e será aplicada somente sobre o ganho das aplicações financeiras.

Outro fator importante é sobre a cobrança de despesas administrativas para ambas as modalidades, que muitas vezes chega a ser superior a 3% ao ano, o que pode comprometer o ganho que você teria com o rendimento do plano.

Os Fundos Fechados, como a RUMOS, possuem planos de previdência que são oferecidos pelas empresas aos seus funcionários. Geralmente, os funcionários e a empresa fazem contribuições mensais para a formação da poupança para a aposentadoria do funcionário. A contribuição da empresa é uma das grandes vantagens de planos desse tipo.

Os incentivos ¬ fiscais existentes no PGBL também são aplicados nos fundos fechados, e as taxas cobradas com a administração do plano são mais competitivas do que nos fundos abertos devido ao volume de participantes e também às negociações obtidas pela Entidade.

 

 

Regimes de Tributação

Agora que você já sabe quais são os tipos se aposentadoria existentes, é importante saber que todos os benefícios pagos pelos planos de aposentadoria da RUMOS, além do resgate de contribuições, terão incidência do Imposto de Renda. Hoje, existem dois Regimes de Tributação disponíveis para escolha do participante no momento da inscrição no plano.

Regressivo

A alíquota do IR que será aplicada sobre o valor do benefício depende do tempo em que as contribuições permaneceram no plano. Quanto mais tempo permanecerem, menor será a alíquota do Imposto de Renda. Essa opção de tributação é feita exclusivamente na fonte e não permite ajustes na declaração anual. Veja a tabela.

Progressivo

É o mesmo utilizado na tributação dos salários. Ele é dividido por faixas e o que define a alíquota é o valor do pagamento. Se você optar pelo resgate de contribuições em parcela única, será aplicada a alíquota de 15% sobre o valor, a título de antecipação do Imposto de Renda. Veja o exemplo:

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