O ano de 2025 foi um ano de performance positiva para os Perfis do Plano CD.

A Classe Renda Fixa Soberana subiu +14,22% em 2025, em linha com o CDI que subiu +14,31%. A Classe Renda Fixa Global com Hedge subiu +16,49%, contra 16,60% do CDI + 2% a.a. O Perfil Curto Prazo é o cotista exclusivo de ambas as Classes e se beneficiou da performance gerada por elas. No ano, o Perfil subiu +14,04%, tendo um retorno de +10,04% acima do IPCA +4,26%.
Os Perfis 0, 15, 30 e 50 se beneficiaram com o fechamento das taxas de juros que ocorreu em 2025. Os títulos de Inflação que estavam com uma expectativa de retorno de IPCA + 7,50% a.a. no início do ano, encerraram o ano sendo negociados a IPCA + 7,20% a.a. Esse movimento das taxas gerou um retorno positivo significativo para a Classe Renda Fixa Juro Real de +14,37%, acima do IMAB 5+ que subiu +14,20%. Os títulos do tesouro oferecem proteção contra inflação e expectativa de rentabilidade significativamente superior ao CDI em prazos longos, que são os mais relevantes para reservas destinadas à aposentadoria, porém podem apresentar rentabilidades decepcionantes e até negativas em prazos mais curtos.
Mesmo caso das ações, que oferecem expectativas de rentabilidade mais altas no longo prazo, porém podem ter episódios ainda mais frequentes e agudos de desempenho negativo no curto prazo. Felizmente, o ano de 2025 foi um ano bastante positivo para as empresas brasileiras de maneira geral. O IBOV apresentou performance de 33,95%, enquanto a Classe subiu +33,10%. A Classe Renda Variável Local iniciou o ano com alocação no fundo Itaú Vértice, mas finalizou o ano representada pelo fundo exclusivo da Rumos, Rumos RV. Essa mudança visava a uma redução de custo para o Participante. A alocação em Renda Variável em 2025, gerou um impacto positivo na performance dos Perfis 15, 30 e 50.
Em junho/2025, os Perfis 15, 30 e 50 passaram a alocar, em duas novas Classes que sofrem com a exposição cambial: Renda Variável Global e Renda Fixa Global. A literatura acadêmica é ampla ao defender os benefícios da exposição cambial para portfólios que contenham ativos de risco como Ações e Títulos longos, mas que no ano de 2025 essa exposição foi negativa. A Rumos não tem nenhuma pretensão de tentar prever os movimentos do câmbio para essas classes, mas acredita nos benefícios da diversificação da carteira (ler Mudanças importantes na Alocação dos Perfis de Investimentos – RUMOS). Ambas as Classes, tiveram sua performance detraída devido à desvalorização do dólar em relação ao real (-1,29%). A Classe de Renda Variável Global, desde a implementação, apresentou uma performance +14,88% em dólar, porém com o movimento do câmbio subiu +13,11% de retorno reais. Ela é passiva e busca rentabilidade atrelada ao S&P500 através da alocação no BDR de ETF (BIVB39). A Classe de Renda Fixa Global aloca em fundos de crédito offshore e subiu +2,38% desde o primeiro aporte. Os fundos da Classe (Man High Yield e Oaktree Global Credit) apresentaram performance positiva em dólar no período, +4,29% e +4,26%, respectivamente. E, apesar da desvalorização do dólar frente ao real, os fundos permaneceram impactando positivamente a Classe (Man High Yield +2,48% e Oaktree Global Credit +2,19%).
De maneira geral, o ano de 2025 foi um ótimo ano para os Perfis da Rumos, especialmente para as Classes de Ativo de maior risco, como RV Local e Renda Fixa Juro Real. A nossa expectativa é que tenhamos mais anos como esse, mas o resultado dos mercados não é algo que tentamos prever. Entretanto, é importante ressaltar como avançamos no processo de diversificação dos portfólios, com maior exposição às Classes e Ativos Offshore, mudanças que melhoram a relação risco-retorno dos Perfis e a expectativa de rentabilidade de longo prazo, não apenas para o ano de 2025. Assim, seguiremos com a tranquilidade e a disciplina que têm se mostrado fundamentais para a geração de bons resultados no longo prazo (ver 10 Anos de Perfis de Investimento na RUMOS – RUMOS e Rentabilidade da RUMOS se destaca em estudo da Previc – RUMOS).
Nós nos mantemos convictos das expectativas de rentabilidade superior no longo prazo da nossa estratégia para os Perfis 0, 15, 30 e 50. E continuaremos buscando aprimorar a carteira e anunciaremos quaisquer mudanças que acreditemos que possam impactar positivamente a evolução dos Perfis.