Casos Banco Master, Light e Americanas: como a RUMOS atua para mitigar eventuais riscos? - RUMOS

Casos Banco Master, Light e Americanas: como a RUMOS atua para mitigar eventuais riscos?

6 de maio de 2026

Nos últimos anos, alguns eventos envolvendo empresas como Banco Master, Light e Americanas impactaram a confiança do investidor brasileiro no mercado de crédito privado. As empresas emitem esses ativos com o objetivo de captar dinheiro e, por isso, as debêntures e CDBs, por exemplo, são emitidas com taxas atrativas em relação ao Tesouro. Porém, quanto maior o retorno que se espera de um ativo, devemos também esperar que esse ativo tenha mais risco. Várias dessas empresas tiveram problemas com causas diferentes, mas o resultado para o investidor acabou sendo uma perda considerável, especialmente o investidor de crédito privado.

Atualmente, a Política de Investimento do Plano CD Rumos permite alocação apenas em seis Classes de Ativo, e nenhuma delas permite investimento em crédito privado local:

  • Renda Fixa Soberana: títulos da dívida pública federal e operações compromissadas que buscam rentabilidade próxima à taxa básica de juros (“Selic”) ou à taxa de depósitos interbancários (“CDI”).
  • Renda Fixa Juro Real: títulos públicos federais buscando rentabilidade atrelada ao índice IMA-B 5+.
  • Renda Fixa Global com Hedge: alocação em crédito offshore sem exposição cambial.
  • Renda Variável Local: alocação passiva a ativos com rentabilidade atrelada ao Ibovespa.
  • Renda Fixa Global: índices de renda fixa e crédito privado no exterior. Essa Classe está exposta à variação cambial.
  • Renda Variável Global: alocação passiva a ativos com rentabilidade atrelada ao S&P 500. Essa Classe está exposta à variação cambial.

 
Para a seleção dos ativos da Classe de Investimento, a Rumos possui um processo que avalia o ativo e a gestora, buscando entender o processo de investimento, com foco na identificação de pontos de riscos, bem como identificar vantagem competitiva da equipe em relação  às dos seus concorrentes. O processo busca identificar fatores que possam representar riscos/falhas, com o objetivo de mitigar perdas permanentes no longo prazo. Também é feita uma Diligence Operacional: avaliação da estrutura organizacional, a composição e remuneração da equipe de suporte, os processos operacionais e de controle, as metodologias de gestão de riscos, os critérios ASG, os aspectos de compliance e a infraestrutura de TI da gestora.

Portanto, apesar de não estar blindada contra eventos de mercado, a Rumos possui um processo robusto de investimento, que busca avaliar os gestores e ativos visando minimizar o risco.  Além disso, as Classes de Ativo da Rumos são vetadas de investir em crédito privado local. No caso de Americanas, a ação da companhia também sofreu, mas era uma parcela muito pequena dentro do índice Bovespa (aproximadamente, 0,3%), o que acabou não gerando perda relevante para os participantes da Rumos que investiam na Classe de Renda Variável Local. O que demonstra que diversificação funciona para mitigar os riscos específicos de uma determinada companhia.

 

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